eu e nós, tu não me importa mais.

eu e nós, tu não me importa mais.

A tempos tento definir minha profissão, como se fosse uma tarefa fácil romper com os aprendizados ancestrais para se presenciar "algo novo". Na minha leitura, estamos vivendo novamente o processo abolicionista. Estamos cansados de receber 1% da renda tendo 100% do trabalho! Estamos exaustos de ver nossos primos, tios e amigos tomando coió com uma paranga de R$ 5, enquanto o Aécio faz um Verão em Bariloche de cocaína e se mantêm em casa de quarentena com a família.

Este seria o momento de revivermos A Guerra dos Cabanos. Bater na porta de todos. Pretos, pardos, índios e aliados. Tipo Natura. Pegar o que for possível pegar, na fuerza bruta. Ir para luta, tipo milícia. No governo, nas decisões. Na rua a rima ensina vingança é sinônimo de carnificina, tipo churras. Tá ligado família?

E churras bom é churras com a familia, entendam que isto é uma metafora, e a unidade familiar em 2020 é muito diferente da que achamos ser a maioria! Hoje ter pai, ter mãe e irmãos próximos é privilégio e heterossexual. A familia Doriana morreu de infarto. E vocês todos têm medo de admitir isso. A formação familiar de "tarefas familiares e vida cotidiana" que pouco se atravessam, é uma prática que não aconteceu mais na casa de muitos brasileiros. Uma mãe solteira de signos femininos hoje têm que imaginar tudo, até como inserir uma criança de signos masculinos a encontrar-se dentro de suas próprias questões sendo que ela mesma é uma entre as mais 5 milhões de pessoas no Brasil que não sabem o nome do pai.


Ser hetero não é mais a maioria

Ser de direita não é a maioria

Ser politizado não é a maioria da mesma forma, ansioso para ouvir o estrondo que vai ser quando a fica cair.


Certo e errado enganava nossos antepassados que não tinham direito ao ensino fundamental, essas questões estapafúrdias do branco tentando curar suas malicias históricas não pode ser o viés intelectual da atualidade. A gente tem que ajudar pq tem que ajudar. PERIOD. Sair dessa zona de conforto de culpar a estrutura e não tentar criar outra dentro dela para implodir. Nossa vida é um prédio. E a gente tá vivendo no subsolo. Enquanto tem 200 andares vazios até a cobertura da branquitude.


O Brasil é um país rico, forte e cheio de chance de ser a maior potencia do mundo, mas precisamos tomar as redeas e sermos pioneiros novamente. Esse lugar é nosso, não é de TIO SAM NENHUM E SE QUISER FALAR MERDA FI COBRA A FAMILIA DOS BRANCOS QUE A CULPA É DELES, mas se tiver guerra nóis cobra asideia junto.


Mas os culpados precisam ser apresentados e os "marginalizados" serem insumados. Ter o minimo. Estrutura. Estruturar o corre marginal é apostar numa politica de credibilidade e não uma finança de crédito.


Essa papagaiada toda pra dizer que conseguimos levantar essa semana exatamente

R$4.000,00, aproximadamente, em doações para a Aldeia Parque do Jaraguá em máscaras e produtos de limpeza e higiene pessoal.





Muito obrigado, todos que fortaleceram a ação e ajudaram a rolar toda essa brisa. Mariana Gatti, valeu pela força e ajuda na organização e levantamente junto ao instituto Por Nossa Conta, além de todas as forças que vieram de fora do Brasil com Eduardo Mamede e Adriana Yorioka, Sophie Secaf, Gabriela Luti,Denise Ferreira, Thiago Malakai e Xavier, sem vocês não teríamos conseguido nada disso!


E agora precisamos arrecadar aproximadamente 500 escovas de dente! Quem tiver uma micro empresa e quiser doar 5, 10..tudo bem, envia aqui no atelie o CEP é 02377130 - 39 (Cemfreio) e para doações financeiras temos :







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